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sexta-feira, 17 de junho de 2011

PROJETO ANUAL DE LITERATURA; VIAJANDO PELO MUNDO DA LEITURA

PREFEITURA MUNICIPAL DE PARNAMIRIM
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA - SEMEC/PROINFO
ESCOLA MUNICIPAL DR. SADI MENDES
NOVA PARNAMIRIM - PARANAMIRIM – RN
ATIVIDADE 3.4
Projeto Anual de Literatura : Viajando pelo mundo da leitura
Autores escolhidos:
•Ziraldo: 5º Ano A e B
•Maurício de Souza 4º Ano A e B
•Esopo : 3º ano Único
•Os Clássicos: 2º Ano Único
•Pedro Bandeira: 1º Ano Único
Duração: De março a novembro/2011
Professores responsáveis: Sheila, Norma (5º Ano), Érica e Lidiane (4º Ano) Danilo (3º Ano) Francinalda (2º Ano) Kirla (1º Ano) e Jalda, Regente do laboratório de Informática
Problematização:
É através da leitura que se forma cidadãos críticos e seletivos em busca de um melhor aprendizado sociocultural que vão facilitar a assimilação de conhecimentos conceituais, procedimentais e atitudinais. É de vital importância que a criança tenha na família e na escola incentivo, motivação e estímulo, a fim de que desenvolva o gosto pela leitura e a boa formação de leitores. Como envolver e estimular nossos alunos, para que possam desenvolver habilidades de leitura, escrita e oralidade? O que a escola deve fazer efetivamente para despertar na criança o gosto pela leitura e escrita?
Justificativa
É função social da família e da escola, sobretudo dos anos iniciais, possibilitar a criança o desenvolvimento das competências de leitura e escrita de gêneros variados. É o ler com prazer para aprender. Aliadas à leitura estão a compreensão e a interpretação de textos, na medida em que focalizam discussões para determinadas estratégias de escrita, ampliando o conhecimento linguístico, textual e de mundo adquiridos com o ato de contar histórias para as crianças.
“Contar histórias é a transmissão de eventos em palavras, imagens, e sons muitas vezes pela improvisação ou embelezamento. Histórias ou narrativas foram compartilhadas em cada cultura e em toda a terra como um meio de entretenimento, educação, preservação da cultura e para incutir valores morais. Elementos cruciais de histórias e narrativas incluem enredo e personagens, bem como o ponto de vista narrativo.” (http://pt.wikipedia.org)
A Literatura dirigida ao público  infantil é importante sob vários aspectos biopsicossociais. Quanto ao desenvolvimento cognitivo, ela proporciona às crianças, meios para desenvolver habilidades que agem como facilitadores dos processos de aprendizagem. Estas habilidades podem ser observadas no aumento do vocabulário, nas referências textuais, na interpretação de textos, na ampliação do repertório linguístico, na reflexão, na criticidade, na criatividade amplia o conhecimento de mundo. Estas habilidades propiciariam no momento de novas leituras a possibilidade do leitor fazer inferências e novas releituras, agindo, assim, como facilitadores do processo de ensino-aprendizagem não só da língua, mas também das outras disciplinas. Por outro lado, instiga discussões e reflexões a respeito da moral, de forma lúdica e prazerosa no caso dos contos e fábulas. As histórias em quadrinhos, pelas suas peculiaridades, colaboram na alfabetização, pelo fato de, dirigir indicações que remontam a significados, mesmo sem o conhecimento da palavra escrita.
Portanto os professores podem e devem incluir a literatura em suas práticas docentes cotidianas para o alcance desses objetivos. Para tanto, deve-se observar as etapas essenciais ao planejamento e execução de atividades que visam sobretudo, o desenvolvimento das competências de leitura e escrita.
Objetivo:
Desenvolver o gosto pela leitura, lendo livros, compreendendo a leitura como uma necessidade básica prazerosa.
Formar leitores mais críticos e apreciadores de bons autores.
Objetivos Específicos:
• Estimular o gosto da leitura na Hora do conto e nas leituras no laboratório de informática;
• Desenvolver a prática da oralidade e escrita;
• Estimular a socialização;
• Utilizar frequentemente e adequadamente o laboratório de informática, a biblioteca, zelar o acervo e conservação dos livros;
• Dar condições de auto expressão;
• Conhecer a vida e obra dos autores em foco: Ziraldo, Maurício de Sousa, Esopo, Irmãos Grimm, Perrault, la Fontaine e Pedro Bandeira.
Conteúdos conceituais:
· Vida e Obra;
· Antecipação de leitura;
· Apresentação e leitura de texto;
· Estudo do vocabulário;
· Interpretação oral, não verbal e escrita;
· Produção textual;
Conteúdos procedimentais:
Ampliar o repertório linguístico.
Reconhecimento da tipologia textual apresentada;
Produção de texto, modificando a tipologia: história em quadrinhos, quadrinha, poema, música...
Produção analisando as seguintes regularidades: sequência lógica, regras ortográficas, sistema de pontuação...
Narração de fatos do cotidiano, relacionadas à moral da história;
Descrição dos personagens e ambientação;
Dramatização;
Utilização do dicionário;
Leitura como fonte de fruição estética, entretenimento e também para: revisar estudar e escrever.
Ler e interpretar, criticamente, diversos gêneros literários;
Montar arquivos de resenhas para pesquisas posteriores e registros escritos;
Comentar as leituras, desenvolvendo assim a reflexão;
Produzir textos diferenciados;
Desenhos e ilustrações de texto;
Montagem de HQ, partindo de livros literários;
Confecção de livros;
Debates;
Anúncios publicitários;
Vídeos e stop motions
Leitura e conversas sobre o autor/ilustrador;
Contação de história.
Conteúdos atitudinais:
Conhecer e identificar os autores como um autor/ilustrador importante para a Literatura infantil e infanto juvenil;
Conscientizar-se da importância da leitura para a aprendizagem dos conteúdos curriculares e ampliação do conhecimento sobre o mundo;
Utilizar diferentes fontes de leitura como forma de conscientização e politização do homem;
Sentir-se parte integrante e responsável pela qualidade de vida e de sociedade que se deseja viver e atuar.
Compreender as mensagens que as fábulas transmitem, observando a estrutura e as características das narrativas.
Disciplinas envolvidas: Todas as disciplinas.
Recursos: livros de Literatura Infantil, Histórias em quadrinhos digital e impressos cartazes, sucatas e materiais para produção artística.
Avaliação: A avaliação dar-se-á durante todo o processo, pois da mesma dependem os passos seguintes e os ajustes, aproveitando as próprias situações de aprendizagem.
Referências bibliográficas:
Fontes: www.meninomaluquinho.com.br
http://www.monica.com.br/
www.ziraldo.com
www.ziraldo.com/menino/mm7.htm
www.vivaleitura.com.br/calendario_detalhe.asp?id_projeto=1847 – 02/03/11, às 20:00
www.educacional.com.br/entrevistas/interativa/entint_0010.asp – 02/03/2011, ás 21:00 h
http://hagaques.blogspot.com/2007/05/importncia-das-hqs-para-crianas.html – 28/03/2011, às 13:50
/www.sitedeliteratura.com/Noticias/2003/vitm.htm – 28/03/2011, às 14: 23
/www.qdivertido.com.br/contos.php – 28/03/2011, às 17:11
http://pt.wikipedia.org/wiki/Contos_de_fadas. 28/03/2011, ás 17:25
http://pt.wikipedia.org/wiki/Contar_hist%C3%B3rias 28/03/2011, às 17:40

UNIDADE 3 - Atividade 3.3

ALUNA CURSISTA: Jalda
UNIDADE 3 – CURRÍCULO, PROJETOS E TECNOLOGIAS
ATIVIDADE 3.3 - elaboração e aplicação de uma aula
ESCOLA MUNICIPAL DR. SADI MENDES
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA - PROFESSORA REGENTE: JALDA
DISCIPLINA: PORTUGUÊS E LITERATURA - DURAÇÃO: 3/horas/aulas
TURMA: 2º ANO – TURNO MATUTINO – APLICAÇÃO: 08/06/11
OBJETIVOS:
Estimular os alunos para a leitura por meio de atividades motivadoras, lúdicas e interativas;
Desenvolver a oralidade e a produção de texto através da interpretação oral e não verbal;
CONTEÚDOS: Literatura infantil; Linguagem verbal; Linguagem não verbal
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
1 – Apresentação do objetivo e dos conteúdos da aula;
2 – Envolvimento dos alunos para a leitura de um clássico da Literatura Infantil - “ Rapunzel”;
3 – Pré-leitura – levantamento de hipóteses pela oralidade
4 - Leitura digital do livro de Rapunzel ou no site http://www.contandohistoria.com/rapunzel.htm (plano A) ou no impress (plano B)
5 – Pós-leitura – faz-se o confronto das hipóteses com conclusões finais, pela oralidade;
6 - Jogos educacionais do http://www.universoneo.com.br/infantil/index.php?task=view&id=22 para ensino fundamental (plano A); ou desenho parte da história que cada um achou mais interessante (plano B), usando a linguagem não verbal.
RECURSOS: computador; sites, jogos educativos online, slides, papel ofício, lápis grafite, lápis de cor e giz de cera.
AVALIAÇÃO;
Os alunos serão avaliados no durante a aula pela observação da professora regente no tocante a participação, autonomia para a leitura, aquisição de competência na oralidade, na produção e na apreensão do uso das mídias apresentadas na aula.
RESULTADOS:
Não pudemos usar o Hyperlink, pois estamos sem conexão, assim trabalhamos de acordo com o plano B. Os alunos participaram de todos os momentos, só foi muito cansativo para mim. Tive que atender a turma em três tempos uma vez que o laboratório só dispõe no momento de 5 dos 10 computadores que possuímos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
http://www.google.com.br/acesso em 07/06/11, às 18:40
http://websmed.portoalegre.rs.gov.br/smed/inclusaodigital/sites_interessantes.htm#Ensino%20Fundamental – acesso em 07/06/2011, às 18: 42
http://www.contandohistoria.com/ acesso em 07/06/11 às 19:20

3.1 - CONTEXTUALIZANDO A MUDANÇA; DA TEORIA A PRÁTICA

CURSO – TICs
ALUNA CURSISTA: JALDA
UNIDADE 3 – CURRÍCULO, PROJETOS E TECNOLOGIA
Atividade 3.1 - Contextualizando a Mudança: da Teoria à Prática
Quais são as estratégias que utilizo e/ou considero que podem ser úteis para estabelecer um ambiente de livre expressão que favoreça o diálogo? De que forma as tecnologias podem auxiliar nisso?
Ser professor, na atualidade, é mais complexo do que foi no passado. Hoje, nós professores temos, não somente, que lidar com o conhecimento elaborado, mas também com a tecnologia e com a complexidade social.
Avançamos muito historicamente, pois todos as crianças vão para a escola, de todos os grupos sociais e etnias. Cabe a nós conhecermos melhor este universo para melhor atuar nele. Para isso recorremos aos recursos tecnológicos (livros digitais, CDs, DVDs, jogos educativos online dos diversos componentes curriculares e Temas Transversais etc) atividade lúdicas, jogos educativos etc, em sala de aula e estratégias como diálogo para conquistar, convencer, motivar a usar mídias não só para lazer, mas essencialmente na facilitação da aprendizagem, o uso do computador e internet têm uma grande influência para despertar o interesse, em virtude da infinidade de informação que dispõe por meio de links que o aluno pode navegar espontaneamente a partir da direção que o Regente indica, além da participação ativa do aluno nas atividades desenvolvidas, reforço escolar para os que estão com maior déficit de aprendizagem.
A escola está em todos os recantos com seus professores criando oportunidades (umas mais e outras menos) para melhorar e desempenho escolar dos alunos. Entretanto, quem pode contribuir muito para o sucesso destes nossos esforços são os pais se garantirem a permanência e frequência dos filhos na escola no turno e contra turno, e na colaboração efetiva em casa para que os filhos estudem. Equívocos, falhas vão existir sempre, pois Segundo Nóvoa (Salto para o Futuro) “Há hoje um excesso de missões dos professores, pede-se demais aos professores, pede-se demais as escolas. (…) as escolas valem o que vale a sociedade. Não podemos imaginar escolas extraordinárias, espantosas, onde tudo funciona bem numa sociedade onde nada funciona.
Entrevista disponível em:
http://tvbrasil.org.br/saltoparaofuturo/entrevista.asp?cod_Entrevista=59

 
 

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Gestão da Política Educacional sob a Égide de Determinações Políticas, Ideológicas e Econômicas do Neoliberalismo

http://www.ssrevista.uel.br/c-v8n2_andrea.htm

Andréa Pires Rocha *
Evelyn Secco Faquin **

* Mestre em Educação pela UEM e Assistente Social graduada pela UNESP. Atualmente professora colaboradora do Departamento de Serviço Social da UEL
**Graduada em Serviço Social pela, atualmente estudante do Curso de Especialização em Comunicação Popular e Comunitária – UEL.

RESUMO:
A política ideológica e econômica Neoliberal direciona a gestão das políticas sociais, levando-as ao desmonte, portanto, as políticas educacionais não estão fora de tal processo. O presente artigo é parte das discussões efetivadas na dissertação de mestrado intitulada como: “Palco de Conflitos: escola pública no capitalismo, aparelho hegemônico ou instrumento de contra hegemonia?”. O objetivo principal deste se mostra na reflexão de diferentes aspectos que o neoliberalismo afeta a gestão da política educacional na América Latina, e especificamente, Brasil. Aspectos que se materializam em ideologias como a teoria do Capital Humano e Educação Compensatória; no domínio dos organismos como Banco Mundial, FMI e UNESCO; e ainda, através de ações concretas que afetam o desenvolvimento do processo educativo.

PALAVRAS CHAVE : Política Educacional; Neoliberalismo; Teoria do Capital Humano; Educação Compensatória.

terça-feira, 7 de junho de 2011

GREVE DA EDUCAÇÃO PELO BRASIL

É O MUNDO TODO!

07/06/2011 PSPN

As greves pelo cumprimento do piso salarial do magistério

Por: CNTE, em 30-05-2011

Em todo país, os trabalhadores da educação básica pública, reunidos na CNTE, têm se mobilizado para fazer valer a lei do piso salarial profissional nacional do magistério (PSPN). Desde o julgamento final da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4.167) contra a Lei 11.738, diversas greves têm sido deflagradas como resposta da categoria ao desrespeito de muitos gestores à decisão do Supremo Tribunal Federal, que julgou constitucional a vinculação do Piso às carreiras docentes de estados e municípios, inclusive com jornada de trabalho de no mínimo 1/3 (um terço) da composição destinada às atividades extraclasse (hora-atividade).

Após o julgamento da referida ADI, a CNTE realizou, no dia 11 de maio, uma paralisação nacional convocando a categoria para lutar pelo imediato e integral cumprimento do PSPN. Em decorrência dessa mobilização, neste momento, os estados de Santa Catarina, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Amapá encontram-se paralisados. Já o Espírito Santo, Mato Grosso e Pernambuco contam com datas marcadas para iniciar o movimento paredista, caso os governos locais não avancem nas negociações com os sindicatos. Também dezenas de municípios, em todo país, estão em greve, a exemplo das capitais do Ceará e do Rio Grande do Sul.

Com relação aos desrespeitos à Lei 11.738, os quais os sindicatos da educação não tolerarão - sobretudo depois de vencerem na justiça a ADI movida pelos governadores ( de Minas Gerais, do RS, do Cerará de Santa Catarina e do Mato Grosso)considerados “Inimigos da Educação, Traidores da Escola Pública” - estão a não vinculação do piso às carreiras docentes (conforme determina o art. 6º da Lei federal), ou mesmo a desestruturação dos planos de carreira, cujo objetivo é o de transformar o piso em teto salarial. A alteração de jornadas de trabalho - sem discussão com a categoria e desvinculada dos critérios de organização curricular/pedagógica - e a não observância do percentual mínimo da hora-atividade, são outras duas questões bastante corriqueiras em muitas redes de ensino.

Diante do atual cenário, a CNTE entende que o momento é oportuno para aprofundar o debate sobre a qualidade da educação e a valorização de seus profissionais. Por isso, na reunião de seu Conselho Nacional de Entidades, dias 16 e 17 de junho, a Confederação aprovará um calendário de lutas para o segundo semestre de 2011 com a perspectiva de pressionar a votação, no Congresso Nacional, do “PNE que o Brasil” - ainda neste ano de 2011 - e de ampliar a mobilização em defesa do PSPN, exigindo o cumprimento imediato e integral da Lei 11.738 e a revisão do valor do Piso à luz do art. 5º da norma federal.

fonte: GREVES DA EDUCAÇÃO PELO BRASIL